terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Carlos Djalma - Um 'monstro' da arte



Como eu disse a vocês, meu primeiro post sobre as descobertas que fiz nessa viagem vai ser sobre um artista que me encantou desde que pisei na portal da mostra de arte em João Pessoa - PB.
Eu entrei na exposição e fiquei perplexa quando descobri que não se tratava de uma exposição de fotografias, mas sim, de pintura. É tão real, tão real que em cada quadro eu ficava olhando por uns 30 minutos tentando captar a essência desse artista tão pouco conhecido (por mim, que não tenho tanto conhecimento em artes plásticas como eu gostaria).



Falando um pouco sobre ele, esse pintor de João Pessoa nasceu em 18 de abril de 1966.
Em 1977 ele começou um curso de investigação no domínio das artes visuais, feitas de experimentação contínua, centrada no conhecimento profundo dos diferentes materiais e técnicas de pintura.
Em 1984 obteve a primeira participação em uma exposição coletiva.
Em 1987 ele abriu sua primeira exposição individual.
Em 1998 criou em sua cidade natal, na Galeria de Arte, um espaço dedicado à divulgação de obras de arte e design de artistas paraíbanos.

Em 2000 mudou-se para a Itália para estudar na Academia de Belas Artes de Bolonha sobre "Metodologia da conservação do património artístico e cultural", que lhe permitiu explorar e aprender as técnicas dos mestres do passado.
Em 2005, concluiu o curso de estudo discutindo uma tese intitulada "Descobrimento e do renascimento de uma pintura de Anatole Dauvergne.

Hoje, depois de uma pesquisa produzida ao longo dos anos por várias fases de experimentação, a sua vida artística e profissional é dividida entre a Itália e o Brasil, entre seu laboratório em Bolonha e em João Pessoa.

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Eu sempre digo a todo mundo que vale a pena conhecer novos artistas, ir a museus e ver de perto nossa cultura que é tão grande e tem tão poucos conhecedores e curiosos.
A arte engrandece a gente, nos faz entender melhor o mundo que nos cerca.

"A arte vence a monotonia das coisas assim como a esperança vence a monotonia dos dias." (Gilbert Keith Chesterton)

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